Já está no ar, em nosso canal no Youtube o esquete Margarida.
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29 de outubro de 2021
Teatro para se ouvir: Margarida (Prêmio Funarj / Rádio Roquette Pinto)
8 de outubro de 2021
21 de setembro de 2021
Conversas Culturais: Teatro além dos palcos
Amanhã, dia 22 de setembro, às 19h, a diretora e atriz Ana Cecilia Reis estará batendo um papo sobre teatro além dos palcos, pensando sobre arte e sociedade.
1 de agosto de 2021
Dicas de Leitura - Leituras do corpo no Japão
Agora as dicas de leitura estão no nosso canal do Youtube!
7 de julho de 2021
Inspirações...
"Quando vivo não me sinto viver. Mas quando represento sinto-me existir.
O que me impediria de acreditar no sonho do teatro quando creio no sonho da realidade?"
20 de junho de 2021
Produzir e realizar: caminhos para criar uma cia teatral no ar!
5 de junho de 2021
Cia Plúmbea no Youtube
Atualizamos nosso canal do YouTube!
Vocês agora podem ter acesso aos teasers dos espetáculos, vídeos de ensaios, entrevistas, reflexões sobre arte e produção cultural, etc.
24 de abril de 2021
Inspirações...
"Se Descartes nos ensinou, a nós modernos, a dizer "eu penso, logo existo" - a dizer, portanto, que a única vida ou existência que consigo pensar é a minha própria -, o perspectivismo ameríndio começa pela afirmação duplamente inversa: "o outro existe, logo pensa". E se esse que existe é outro, então seu pensamento é necessariamente outro que o meu. Quem sabe até deva concluir que, se penso, então também sou o outro. Pois só o outro pensa, só é interessante o pensamento enquanto potência de alteridade. O que seria uma boa definição da antropologia. E também uma boa definição de antropofagia, no sentido que este termo recebeu em certo alto momento do pensamento brasileiro, aquele representado pela genial e enigmática figura de Oswald de Andrade: "Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago." Lei do antropólogo."
Texto e foto: Eduardo Viveiros de Castro
9 de abril de 2021
Estudos
"Jerzy Grotowski define o teatro como uma autopenetração coletiva. O teatro, se quer reanimar, estimular a vida interior dos espectadores, deverá quebrar todas as resistências, esmigalhar todos os clichês mentais que protegem o acesso ao seu subconsciente. Esse teatro pode ser comparado a uma verdadeira expedição antropológica. Ele abandona as terras civilizadas para penetrar no coração da floresta virgem, renuncia aos valores da razão claramente definidos para enfrentar as trevas da imaginação coletiva. Porque é nessas trevas que a nossa cultura, a nossa linguagem, a nossa imaginação afundam as suas raízes."
Eugenio Barba.1 de abril de 2021
Logo nova!
31 de março de 2021
Premiação: Mostra de Teatro de Petrópolis 2021
Confira em: www.mostrateatropetropolis.com.br
Agradecemos aos jurados (as) e à toda produção por promover esse grande encontro de trabalhos de muita qualidade da cidade de Petrópolis! Parabéns à todos (as)!
24 de março de 2021
Diário do último ato na Mostra de Teatro de Petrópolis
Estamos participando da Mostra de Teatro de Petrópolis 2021!
Ana Cecilia Reis no Camarim Cultural
“Camarim Cultural” é uma extensão do programa televisivo, Camarim, criado e apresentado por Marco Aurêh para a TV Petrópolis. O programa que ficou 4 anos no ar retorna com uma nova série de entrevistas. Num cenário conceitual que remonta um camarim, foram realizadas entrevistas remotas com músicos, atores, poetas, escritores, artistas plásticos e agentes da cena cultural do estado do Rio de Janeiro. Durante 60 minutos, numa conversa descontraída, cada entrevistado conta sobre sua trajetória artista além de apresentar performances das suas obras. Camarim, “onde o artista se revela”, slogan que resume muito bem o programa que se transformou num banco de dados referente à carreira de cada entrevistado.
14 de março de 2021
Inspirações...
"Sabe, eu dou esse exemplo muitas vezes, do jogo de curling sobre o gelo, esse jogo americano, onde você joga pedras que vão deslizando em cima do gelo até chegar ao alvo, e tem um outro jogador que vai varrendo na frente da pedra para diminuir o atrito dela com o gelo. Eu acho que é o diretor. Acho que é isso o que o diretor faz, tenta tirar o máximo possível de obstáculos, tira os móveis e as mobílias inúteis, tira, sobretudo, as ideias inúteis, todo o intelectualismo inútil para que (...) justamente para que (...) para que o ator lendário, a lenda, a poesia, a transformação, possam acontecer mesmo em uma cena que pareça super realista, mas que sabemos, tem uma metamorfose. Bom, agora eu vou começar a dizer coisas que eu penso, mas que sou eu que penso. Para mim, não existe teatro sem um mínimo de metamorfose. E para que essa metamorfose aconteça, eu penso que é preciso um diretor na frente varrendo, para a imaginação dos atores, porque no final das contas, são eles que fazem teatro. Eu posso provocar teatro. Eu espero provocar teatro, mas aqueles que fazem teatro, essa matéria capaz de parar a luz, são os atores. Portanto, é preciso liberar o terreno diante deles, ou então, para alguns, colocar obstáculos enormes para eles se fortaleçam, malhem. É preciso malhar essa imaginação que às vezes lhes falta, porque eles pensam demais, pensam onde não deveriam estar pensando. Que eles reflitam depois, na pausa para o café, ou fumando um cigarro (que não deviam fumar), isso é uma coisa, mas em cena eles têm que viver. Eles têm que viver. Quando vivemos, o pensamento está no corpo, não está em outro lugar."
25 de fevereiro de 2021
Inspirações...
"Na forma em que trabalho e faço as peças, sempre surge alguma diferença. É isso: minha maneira de trabalhar faz com que as coisas saiam diferentes sempre. É como se fosse toda vez uma peça diferente e ao mesmo tempo a mesma, única. É difícil dizer como ou onde qualquer coisa mudou, porque é tudo muito orgânico. As mudanças ocorrem sem que seja necessário acordar com uma ideia. Tudo pode mudar de repente. Quando faço uma nova criação, ela surge, não importa como. O importante, para mim, é a vida, tudo o que encontro. Gosto de ir a novos lugares, ter novas experiências, ver peças de teatro, mas isso não é necessariamente ajuda, porque são coisas já feitas, já aconteceram e eu tenho que fazer minhas próprias coisas."
15 de fevereiro de 2021
Oficina Mulheres em Cena no FEESPE
3 de fevereiro de 2021
"Começamos pelo silêncio, pois a palavra ignora, na maioria das vezes, as raízes de onde saiu, e é desejável que, desde o princípio, os alunos se coloquem no âmbito da ingenuidade, da inocência e da curiosidade. Em todas as relações humanas, aparecem duas grandes zonas silenciosas: antes e depois da palavra. Antes, ainda que não falamos, encontramo-nos num estado de pudor, que permite à palavras nascer do silêncio, a ser mais forte, portanto, evitando o discurso, o explicativo. O trabalho sobre a natureza humana, nessas situações silenciosas, permite encontrar os momentos em que a palavra ainda não existe. O outro silêncio é o do depois, quando não há mais nada a dizer. Este nos interessa menos!"
19 de janeiro de 2021
Estudos...
"Sempre peço a um grupo de atores que se sentem em círculo, fechem os olhos e batam palmas juntos, tentando fazer isso em uníssono. Sem ninguém “puxando”, sem um ritmo predeterminado. Sempre, uma vez que todos estejam juntos, as palmas irão imperceptivelmente ganhar aceleração até que se atinja o clímax. Então haverá novamente diminuição do ritmo (porém não tão lento quanto do ponto de partida) e, mais uma vez, aceleração, até que cheguem num segundo clímax, e assim por diante.
Seiscentos anos atrás, o mestre
japonês de nô, Zeami, disse: “Todo fenômeno no universo se desenvolve através
de uma certa progressão. Mesmo o canto de um pássaro ou o zunido de um inseto
seguem essa progressão. Isto se chama jo-ha-kyu"."
Yoshi Oida - retirado do livro O Ator Invisível.
11 de janeiro de 2021
Fique em casa com cultura - Através do espelho: caminhos para uma atuação autoral
6 de janeiro de 2021
Adeus ano velho, que venha um ano novo! (por Ana Cecilia Reis)
Fiquei em dúvida se iria postar algo sobre o que foi 2020, sobre expectativas, realidades, sobre o redemoinho de sensações, e as perspectivas criativas que atravessaram esse ano. Fiquei em dúvida porque pode ser um ato de insensibilidade narrar conquistas e superações em um ano de dor, de morte, de injustiça, de total descontrole e sadismo governamental.














