Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto, pega fogo. (Eduardo Galeano, 2005)
SINOPSE
O espetáculo apresenta uma versão contemporânea do clássico Hamlet de William Shakespeare, através da visão da personagem Ofélia. Nesta releitura, Ofélia é uma consumista, de uma família de classe média alta, fascinada por sexo e entorpecentes. Entretanto, tudo muda à sua volta, quando Hamlet experimenta uma nova droga, e começa a ter visões do seu pai morto.
FICHA TÉCNICA
Atuação e Coreografia: Ana Cecilia Reis
Dramaturgia, Direção e Iluminação: Ronaldo Ventura
Trilha Sonora e Objetos de Cena: Ana Cecilia Reis e Ronaldo Ventura
Design Gráfico e Fotógrafo: Rodrigo Domit
Produção e Realização: Cia Plúmbea em parceria com Teatro Curupira
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"O destino é para os covardes"
SINOPSE
Uma mulher grita. Com o que resta de suas forças, joga um punhado de terra sobre o corpo morto de seu irmão. E assim, se faz uma criminosa. A história de Antígona, a princesa banida, que retorna à sua terra natal para cumprir os rituais fúnebres de seu irmão. Mas sua manifestação de amor fraterno a torna uma fora da lei, e como tal, será julgada.
FICHA TÉCNICA
Direção, Texto e Iluminação: Ronaldo Ventura
Atuação: Ana Cecilia Reis
Figurino: Caju Bezerra
Design Gráfico: Rodrigo Domit
Produção e Realização: Cia Plúmbea em parceria com Teatro Curupira
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(...) fazendo o seu desenho, dançando para ninguém, nem para si mesmos,
uma interminável figura sem
sentido.
SINOPSE
“Encontraria a Maga?” – essa é a
pergunta que inicia o jogo. E tal como o jogo da amarelinha evocado (Rayuela,
em espanhol), onde a pedra é lançada em cada casa, a cada momento há
possibilidades múltiplas capazes de fazer o jogo prosseguir, paralisar ou
recomeçar. O esquete “Rayuela” busca mostrar de forma lírica e simbólica, essa
busca pelo outro, essa busca pelo céu; dois personagens presos em sua solidão,
mas ligados pelo desejo, pelo sadismo e pela saudade.
Elenco e Coreografia: Ana Cecilia Reis e Paulo Barbeto
Direção, Concepção e Direção de Movimento: Ana Cecilia Reis
Iluminação: Raphael Vianna
Figurino: Ana Cecilia Reis e Caju Bezerra
Iluminação: Raphael Vianna
Figurino: Ana Cecilia Reis e Caju Bezerra
Pesquisa Musical: Marcos Melo e Paulo Barbeto
Edição e Sonoplastia: Alexandre Rabaço
Orientação Teórica: Leonardo Munk
Edição e Sonoplastia: Alexandre Rabaço
Orientação Teórica: Leonardo Munk
Design Gráfico: Ana Cecilia Reis e Rodrigo Domit
Pesquisa, Produção e Realização: Cia Plúmbea
SINOPSE
SINOPSE
O espetáculo “Dois Perdidos numa Noite Suja”, de Plínio Marcos, apresenta o dia a dia de Paco e Tonho, amigos que dividem um quarto numa hospedaria barata e, durante o dia, trabalham como de carregadores em um mercado. Todas as cenas se passam no quarto durante as noites. As personagens discutem sobre suas vidas, trabalho e perspectivas, mantendo uma relação conflituosa. O tema da marginalidade permeia todo o texto. Nesta adaptação, são exploradas vertentes das danças populares, lutas e acrobacias intensificando os conflitos presentes na obra.
Atuação e Coreografia: Ana Cecilia Reis e Caju Bezerra
Direção: Ana Cecilia Reis
Concepção e Direção de Movimento: Ronaldo Ventura
Pesquisa Musical: Ana Cecilia Reis, Caju Bezerra e Zeh Gustavo
Cenografia: Carlos Chapéu
Desenho de luz: Paulo Barbeto e Isabella Castro
Figurino: Caju Bezerra
Costura Cênica: Julia Bezerra
Edição e Sonoplastia: Alexandre Rabaço
Arte, Fotografia e Design Gráfico: Rodrigo Menezes
Realização e Produção: Cia. Plúmbea
Pesquisa, Produção e Realização: Cia Plúmbea
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A memória é que nem doença de pele: coça e arde.
SINOPSE
Nordeste-Sul. Bahia-Rio de Janeiro. Canudos-periferia. Terrabatida: Reminiscência de Canudos é um espetáculo que parte da pesquisa das xilogravuras do artista plástico Adir Botelho para compor quadros imagéticos acerca da Guerra de Canudos. Durante o processo de pesquisa, foi percebido que atualmente há outra guerra se travando: nos morros e favelas com os quais a geografia carioca nos permite topar a cada virada de esquina, a cada cruzamento atravessado. Que similaridades e semelhanças podem (re) unir Bahia e Rio de Janeiro num mesmo panorama político, seja ele de outro século ou do atual?
Atuação, Coreografia e Dramaturgia: Ana Cecilia Reis e Paulo Barbeto
Concepção, Direção e Roteiro: Ana Cecilia Reis
Cenário e iluminação: Raphael Vianna
Assistência de Direção: Pedro Martins
Direção de Movimento: Ana Cecilia Reis
Supervisão de Movimento: Mariana Pimentel
Workshop do Passinho: Luan Almeida e Victor Pinto
Orientação Teórica: André Gardel
Pesquisa Bibliográfica: Marcos Melo
Pesquisa Musical: Cia Plúmbea e Pedro Martins
Gravação e Mixagem: Alexandre Rabaço
Edição e Operação de Som: Pedro Martins
Operação de Luz: Raphael Vianna
Design Gráfico: Rodrigo Domit e Pedro Martins
Fotografia e Vídeo: Sete Cores Filmes e João Lima
Produção: Cia Plúmbea
Concepção, Direção e Roteiro: Ana Cecilia Reis
Cenário e iluminação: Raphael Vianna
Assistência de Direção: Pedro Martins
Direção de Movimento: Ana Cecilia Reis
Supervisão de Movimento: Mariana Pimentel
Workshop do Passinho: Luan Almeida e Victor Pinto
Orientação Teórica: André Gardel
Pesquisa Bibliográfica: Marcos Melo
Pesquisa Musical: Cia Plúmbea e Pedro Martins
Gravação e Mixagem: Alexandre Rabaço
Edição e Operação de Som: Pedro Martins
Operação de Luz: Raphael Vianna
Design Gráfico: Rodrigo Domit e Pedro Martins
Fotografia e Vídeo: Sete Cores Filmes e João Lima
Produção: Cia Plúmbea
Vozes em off:
A Invenção do Nordeste e Memória: Samuel Paes de Luna
Carta de Belo Monte: César Júnior, Cleilson Queiroz, Endi Vasconcelos, Juliana Linhares, Katiuscia Dantas, Marianna Chaves, Weslley Fontenelle.
Funk de Antônio Conselheiro: Blackyva
Tempo de Murici: Juliana Linhares (Banda Pietá)
Encruzilhada: Jefferson Gonçalves
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Teatro só faz sentido quando é uma tribuna livre onde se pode discutir até as últimas consequências os problemas dos homens
O espetáculo “Dois Perdidos numa Noite Suja”, de Plínio Marcos, apresenta o dia a dia de Paco e Tonho, amigos que dividem um quarto numa hospedaria barata e, durante o dia, trabalham como de carregadores em um mercado. Todas as cenas se passam no quarto durante as noites. As personagens discutem sobre suas vidas, trabalho e perspectivas, mantendo uma relação conflituosa. O tema da marginalidade permeia todo o texto. Nesta adaptação, são exploradas vertentes das danças populares, lutas e acrobacias intensificando os conflitos presentes na obra.
Direção: Ana Cecilia Reis
Concepção e Direção de Movimento: Ronaldo Ventura
Pesquisa Musical: Ana Cecilia Reis, Caju Bezerra e Zeh Gustavo
Cenografia: Carlos Chapéu
Desenho de luz: Paulo Barbeto e Isabella Castro
Figurino: Caju Bezerra
Costura Cênica: Julia Bezerra
Edição e Sonoplastia: Alexandre Rabaço
Arte, Fotografia e Design Gráfico: Rodrigo Menezes
Realização e Produção: Cia. Plúmbea
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SINOPSE
Atuação: Ana Cecilia Reis
Texto e Direção: Ronaldo Ventura
Cenografia: Dhiego Rabelo
Figurino e caracterização: Patricia Almeida
Arte e Fotografia: Rodrigo Menezes
Filmagem e edição de vídeo: Guido Imagens
Realização e Produção: Cia. Plúmbea e Ronaldo Ventura
Florbela d’Alma da
Conceição Espanca (1894-1930) foi uma poeta portuguesa singular. Em suas obras
abordou temas como amor, erotização, angústia e sofrimento. Considerada a
frente do seu tempo, ingressou no curso de Direito da Universidade de Lisboa.
Formou-se também em Letras. Deixou para trás alguns livros inacabados, alguns
amores destruídos, e um diário enigmático de seu último ano de vida. O
espetáculo Diário do Último Ato não busca defini-la, pois essa é uma tarefa que
nem ela foi capaz de cumprir, mas antes de tudo, revelá-la, em um encontro
íntimo, tendo o público como testemunha.
Texto e Direção: Ronaldo Ventura
Cenografia: Dhiego Rabelo
Figurino e caracterização: Patricia Almeida
Arte e Fotografia: Rodrigo Menezes
Filmagem e edição de vídeo: Guido Imagens
Realização e Produção: Cia. Plúmbea e Ronaldo Ventura
Prêmios: Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura de Portugal (2018) | Prêmio de Cultura Maestro Guerra-Peixe (2019) | Melhor Atriz - Mostra de Teatro de Petrópolis (2021)
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OFICINA SOLOS PARA A CENA
A proposta Solos para a Cena consiste em dois dias de uma oficina de introdução à criação de monólogos gratuita e aberta ao público. O objetivo é apresentar ferramentas para pessoas com experiência ou não começarem a se expressar com autonomia e descobrirem suas potencialidades.
Aprender a construir suas narrativas e perceber que através de alguns dispositivos é possível ser autor (a) de sua própria trajetória. O trabalho com o corpo em movimento é um importante elemento para a conquista do autoconhecimento, autoestima e capacidade crítica de olhar a si mesmo, às pessoas ao redor e o mundo. Muitas atrizes e atores comentam que sempre tiveram ideias na cabeça, mas não sabem nem por onde começar a transformá-las em cena. Essa oficina é uma introdução de alguns elementos que vão despertar essa organização interna, e estruturar possíveis pontos de partida, sempre respeitando o desejo e subjetividade de cada participante. Essa é uma forma também de desenvolvimento e qualificação profissional
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OFICINA TEATRAL A PARTIR DO EXPRESSIONISMO ALEMÃO
Oficina teatral a partir do Expressionismo Alemão foi especialmente criada para a programação da Bauernfest 2023, em Petrópolis - RJ e ocorreu nos dias 01 e 02 de julho. Através de aulas teóricas e investigações práticas, conseguimos nos aproximar da estética expressionista e experimentar possibilidades cênicas e de composição de personagens.


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