(...) . Dramaturgia. Dramaturgia visual. Texto de cena. Espacialidade. Poética. Há exceções para tudo o que se pode dizer sobre dramaturgia – arte, teatro, vida. Eu acho que. Às vezes eu tendo a achar que está distante do papel. Assim, desse jeito. Normativo. Como se tudo precisasse sair ou voltar para o papel. Porque pode acontecer de. Pode ser que a dramaturgia escrita se afaste daquela traçada pelo corpo. Destinos diferentes. Caminhos distintos. Mas acontece, que, às vezes, palavra é corpo. Você sabe. O corpo é inteiro texto. Escrita-carne. Como é que se pode explicar que a palavra às vezes não suporta? Não atinge – não vai. Eu acho que não. Eu acho que isso pode ser pensado como um exercício que extrapola a escrita solitária e. A sala de ensaio – que é mundo, rua, todos os lugares atravessados. Talvez, então, o nome seja o espaço de criação. Que não tem limites, propriamente. Esse espaço. Ele pode
ser permeado por uma quantidade enorme de novas relações. Tão múltiplas. De repente, me parece impossível oferecer já fechado um universo. Como se impermeável. Ou pronto. Não. Não está pronto. É um convite. (...)
ser permeado por uma quantidade enorme de novas relações. Tão múltiplas. De repente, me parece impossível oferecer já fechado um universo. Como se impermeável. Ou pronto. Não. Não está pronto. É um convite. (...)
Francisco Mallmann, Os meninos franceses.
Confira o texto na íntegra no link: http://www.revistaensaia.com/os-meninos-franceses

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