Três mil homens em armas. Canhão 32. No alvorecer de 21. 3ª, 25ª, 2ª ala da cavalaria. 1ª Brigada. 9º Batalhão. 7.600 metros além de Giritrana. 12.800 metros na frente. Dia 24. 3.349 homens. 5 brigadas. 1.500 homens. 1.500 metros. 2ª coluna. 3 mil baionetas. 150 cartuchos. Mil homens, 947. 14º, 32º, 33º, 34º batalhões. 5 mil homens. 27 de junho. 12h30. Duas horas da tarde. Cinco horas da manhã. 13.200 metros. 21 tiros de granada. 55 feridos. 75 baixas. Manhã de 28. 5 mil casebres. 114 praças fora de combate. Nove oficiais. 60 homens. 25 de junho. Duzentos. Dois mil. 178 homens fora de combate. 27 mortos. Dia 28. 1897. 180 cargueiros. Uma, duas, três, 4 mil, 5 mil casas. Seis mil casas. Quinze, 20 mil almas. 850 mil cartuchos. Vinte batalhões. 5.200 vivendas. 24 prisioneiros. Quinhentos casebres, quatro ataques, dezoito. Seis da tarde. 48 minutos. 2 mil homens. 6 mil Mannlichers, 6 mil sabres. 12 mil braços, 12 mil coturnos. 6 mil revólveres, vinte canhões, milhares de granadas. Degolamentos, incêndios, 10 meses. Cem dias, um velho. Dois homens. Uma criança. 5 mil soldados.
TUDO O QUE É HUMANO SE PERDE POR DETRÁS DOS NÚMEROS.

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