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1 de agosto de 2021
Dicas de Leitura - Leituras do corpo no Japão
7 de julho de 2021
Inspirações...
"Quando vivo não me sinto viver. Mas quando represento sinto-me existir.
O que me impediria de acreditar no sonho do teatro quando creio no sonho da realidade?"
20 de junho de 2021
Produzir e realizar: caminhos para criar uma cia teatral no ar!
5 de junho de 2021
Cia Plúmbea no Youtube
Atualizamos nosso canal do YouTube!
Vocês agora podem ter acesso aos teasers dos espetáculos, vídeos de ensaios, entrevistas, reflexões sobre arte e produção cultural, etc.
24 de abril de 2021
Inspirações...
"Se Descartes nos ensinou, a nós modernos, a dizer "eu penso, logo existo" - a dizer, portanto, que a única vida ou existência que consigo pensar é a minha própria -, o perspectivismo ameríndio começa pela afirmação duplamente inversa: "o outro existe, logo pensa". E se esse que existe é outro, então seu pensamento é necessariamente outro que o meu. Quem sabe até deva concluir que, se penso, então também sou o outro. Pois só o outro pensa, só é interessante o pensamento enquanto potência de alteridade. O que seria uma boa definição da antropologia. E também uma boa definição de antropofagia, no sentido que este termo recebeu em certo alto momento do pensamento brasileiro, aquele representado pela genial e enigmática figura de Oswald de Andrade: "Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago." Lei do antropólogo."
Texto e foto: Eduardo Viveiros de Castro
9 de abril de 2021
Estudos
"Jerzy Grotowski define o teatro como uma autopenetração coletiva. O teatro, se quer reanimar, estimular a vida interior dos espectadores, deverá quebrar todas as resistências, esmigalhar todos os clichês mentais que protegem o acesso ao seu subconsciente. Esse teatro pode ser comparado a uma verdadeira expedição antropológica. Ele abandona as terras civilizadas para penetrar no coração da floresta virgem, renuncia aos valores da razão claramente definidos para enfrentar as trevas da imaginação coletiva. Porque é nessas trevas que a nossa cultura, a nossa linguagem, a nossa imaginação afundam as suas raízes."
Eugenio Barba.



