Essa semana a Cia Plúmbea faz as malas e viaja para Campina Grande-PB para participar do Festival Atos! Essa será nossa primeira apresentação no Nordeste e estamos felizes e ansiosos!
Onde: Teatro do Sesc Centro
Quando: 07 de dezembro, 16h
Endereço: Rua Giló Guedes, 650 - Santo Antônio - Campina Grande - PB
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1 de dezembro de 2014
24 de novembro de 2014
Obrigada, Satyrianas!
O que dizer de um grupo que realiza uma verdadeira revitalização cultural em um espaço abandonado pela prefeitura? Que é capaz de criar um festival de 78 horas ininterruptas de programação e agregar grupos de vários estados, com diversas linguagens onde há espaço para tudo e todos?
A passagem da Cia Plúmbea pelo festival Satyrianas foi como um relâmpago. No meio de uma extensa programação muitas vezes fica difícil parar para respirar, entre uma montagem e outra, no meio de um entra e sai de pessoas ávidas por mais e mais artes! E atravessando essa enxurrada de programação, percebemos o carinho e respeito do Festival por cada trabalho. Nós ganhamos um presente! Um delicado texto reflexivo de Luiza Novaes sobre nosso trabalho, que transcrevemos abaixo:
Rayuela – Espaço Satyros I
Uma possível largada, um lugar onde o jogo de amarelinha pode desvendar várias historietas…
Pode ser um texto Cortazar, um som de sotaque carioca e mais um tanto de exercício corporal, entre os nós de ser em movimento saber como ocupar o palco de forma prudente.
A música de fundo nos recorda um cenário francês…
Há um tanto de bichos que vão entrar no formigueiro, e um gigante animal que nem caber cabe.
As viagens de Cortazar fizeram dele e da esposa passearem dentro de si mesmos, os atores tentaram ocupar o mesmo caminho.
Entre eles a continuação de um discurso um joga a pedra da amarelinha pro outro catar, e o corpo busca movimentos ainda impensados.
Exercícios cênicos colocados em prática quando o improviso entra em ação.
Paris, Madrid, e outras localidades, pra quem se fala e de que forma?
Como faz pra chegar até aqui?
Pode ser um texto Cortazar, um som de sotaque carioca e mais um tanto de exercício corporal, entre os nós de ser em movimento saber como ocupar o palco de forma prudente.
A música de fundo nos recorda um cenário francês…
Há um tanto de bichos que vão entrar no formigueiro, e um gigante animal que nem caber cabe.
As viagens de Cortazar fizeram dele e da esposa passearem dentro de si mesmos, os atores tentaram ocupar o mesmo caminho.
Entre eles a continuação de um discurso um joga a pedra da amarelinha pro outro catar, e o corpo busca movimentos ainda impensados.
Exercícios cênicos colocados em prática quando o improviso entra em ação.
Paris, Madrid, e outras localidades, pra quem se fala e de que forma?
Como faz pra chegar até aqui?
Só podemos dizer:
Obrigada Os Satyros, que nos proporcionaram essa vivência linda!
Obrigada Luiza Novaes, por seu olhar sensível, que dialoga com nossos questionamentos artísticos.
Obrigada Stace Maya, por tornar nossa ida possível.
Obrigada Luan Almeida, Pedro Martins e Guilherme, queridos da técnica sempre essenciais.
E vamos que vamos! Na busca contínua de “pra quem”, “como” e dos muitos possíveis caminhos dessas artes todas!
Até a próxima!
17 de novembro de 2014
Inspirações...
“Precisamos, mais uma vez, dar ouvidos aos loucos e aos
profetas. Saber entender que não é a performance, o performático, a grande
novidade, mas que estes são apenas indícios de que os que querem transformar
praticamente a arte teatral estão às voltas com inúmeros problemas táticos. O
maior deles é o da recuperação da cabeça de um projeto. É por isso que o
performer é ator, diretor, roteirista, cenógrafo. Não por opção estética, mas
por desconfiança. O que se almeja é o direito de poder pensar artisticamente
mais uma vez. De poder expressar a arte, o germe vital de nossas aspirações
mais profundas, sem vendê-lo ao sistema ainda filhote. O artista deve querer
usar sua profissão para expressão, sem pressões, conteúdos próprios. Mas
enquanto isso não se tornar possível (neste Brasil destes dias que morrem)
TEREMOS DE SER RADICAIS!”
Texto: Luiz Roberto Galizia
Na foto: Denise Stoklos
10 de novembro de 2014
Cia Plúmbea no Satyrianas!
Temos a honra de anunciar que a Cia Plúmbea estará presente no Festival Satyrianas 2014 com o espetáculo Rayuela!
Satyrianas é um festival criado pelo grupo Os Satyros, de São Paulo. Uma grande festa com inúmeras atrações durante 78 horas ininterruptas. E essa edição é mais do que especial, pois comemorará os 25 anos do grupo!
Conheçam mais o projeto no link abaixo:
http://vimeo.com/48368626
Nossa apresentação será no dia 21 de novembro, sexta-feira, às 18h no Espaço dos Satyros I.
Estamos ansiosos e felizes por fazer parte de tudo isso!
Satyrianas é um festival criado pelo grupo Os Satyros, de São Paulo. Uma grande festa com inúmeras atrações durante 78 horas ininterruptas. E essa edição é mais do que especial, pois comemorará os 25 anos do grupo!
Conheçam mais o projeto no link abaixo:
http://vimeo.com/48368626
Nossa apresentação será no dia 21 de novembro, sexta-feira, às 18h no Espaço dos Satyros I.
Estamos ansiosos e felizes por fazer parte de tudo isso!
3 de novembro de 2014
Cia Plúmbea na Rouanet!
Muitas conquistas para a Cia Plúmbea surgindo neste final de ano!
Depois de muita dedicação, conseguimos aprovar nosso primeiro projeto na Lei Rouanet.
O projeto consiste na apresentação de um espetáculo que aborde o massacre de Canudos a partir das memórias dos participantes e sobreviventes, tendo como inspiração as imagens das xilogravuras do artista Adir Botelho para a composição das partituras físicas.
Já temos a liberação do Ministério da Cultura para começarmos a captação dos recursos.
Essa é uma nova etapa para a Cia!
Agradecemos à todas as pessoas que acreditaram nesse projeto, nos deram dicas e aceitaram compor a equipe. E estamos abertos para mais parcerias!
Agora é lutar pela captação!
Até breve!
Depois de muita dedicação, conseguimos aprovar nosso primeiro projeto na Lei Rouanet.
O projeto consiste na apresentação de um espetáculo que aborde o massacre de Canudos a partir das memórias dos participantes e sobreviventes, tendo como inspiração as imagens das xilogravuras do artista Adir Botelho para a composição das partituras físicas.
Já temos a liberação do Ministério da Cultura para começarmos a captação dos recursos.
Essa é uma nova etapa para a Cia!
Agradecemos à todas as pessoas que acreditaram nesse projeto, nos deram dicas e aceitaram compor a equipe. E estamos abertos para mais parcerias!
Agora é lutar pela captação!
Até breve!
Xilogravura de Adir Botelho
27 de outubro de 2014
Cia Plúmbea em Campina Grande - PB
Recebemos uma notícia linda essa semana!
Iremos apresentar Rayuela no Festival Atos, em Campina Grande-PB. O Festival Atos de Teatro Universitário é uma iniciativa realizada por estudantes, funcionários e professores da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia (UFCG), que está na sua quinta edição. O Atos visa reunir produções teatrais ligadas a universidades brasileiras ou a estudantes universitários, com o objetivo de possibilitar uma integração entre essas experiências. O festival ocorre de 05 a 8 de dezembro.
Estamos muito felizes, essa será nossa primeira apresentação fora do estado do Rio de Janeiro!
Até lá!
Iremos apresentar Rayuela no Festival Atos, em Campina Grande-PB. O Festival Atos de Teatro Universitário é uma iniciativa realizada por estudantes, funcionários e professores da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia (UFCG), que está na sua quinta edição. O Atos visa reunir produções teatrais ligadas a universidades brasileiras ou a estudantes universitários, com o objetivo de possibilitar uma integração entre essas experiências. O festival ocorre de 05 a 8 de dezembro.
Estamos muito felizes, essa será nossa primeira apresentação fora do estado do Rio de Janeiro!
Até lá!
Fotos por Dona Mariana Fotografia.
20 de outubro de 2014
Rayuela no FITU!
Encontraria
a Maga?” – essa é a pergunta que inicia o jogo. E tal como
o
jogo da amarelinha evocado (Rayuela, em espanhol), onde a pedra é
lançada
em cada casa, a cada momento há possibilidades múltiplas
capazes
de fazer o jogo prosseguir, paralisar ou recomeçar. O esquete
“Rayuela”
busca mostrar de forma lírica e simbólica, essa busca pelo
outro,
essa busca pelo céu; dois personagens presos em sua solidão,
mas
ligados pelo desejo, pelo sadismo e pela saudade.
Foto: Dona Mariana Fotografias
AMANHÃ, 21 de outubro, Rayuela no FITU, às 13h.
Av.
Pasteur, 236, CLA - Palcão, Urca - Rio de Janeiro
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