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22 de setembro de 2014

Um prêmio e muitos presentes!

Neste domingo, o esquete Rayuela recebeu o prêmio de Melhor Sonorização no 1ª Festival de Esquetes de São Gonçalo. Ficamos muito contentes com esse reconhecimento!

 Em duas semanas participamos de dois festivais: o 12º Fesq (Festival de esquetes de Cabo Frio) e o 1º Fesg (Festival de esquetes de São Gonçalo). O Fesq já está na sua 12ª edição e já se consolidou como evento da cidade, tendo um público cativo e até transmissão ao vivo na TV! O Fesg nasceu esse ano, a partir da vontade e da luta de uma equipe que valoriza a arte na sua região, e contou com um público de estudantes muito atentos e entusiasmados com toda a programação oferecida.

Festivais como esses são sempre muito importantes, não somente por mostrar a diversidade de produção e experimentações de linguagem de vários grupos do Brasil, mas também por proporcionar a interação entre diversas companhias iniciantes (ou não) com outros artistas e com o público. O carinho com que fomos recebidos pelas duas equipes foi muito marcante, e é sempre belo perceber que todos têm o objetivo em comum de levar arte para todos os cantos!

Que venham mais festivais, que essa força de fazer acontecer não cesse nunca! O resultado desse trabalho é sempre incalculável, pois cada pessoa sabe o quanto uma música, um livro, uma peça de teatro ou um filme foram capazes de mudar seu caminho, e isso não se mede em números de atendimento, é uma corrente imensa de ação e reação, que não conseguimos prever ou alcançar.

Agradecemos por manterem essa corrente sempre energizada!

Vida longa aos Festivais do Brasil!



Foto: Dona Mariana Fotografia

15 de setembro de 2014

Rayuela em São Gonçalo!

Essa semana a Cia Plúmbea apresenta o esquete "Rayuela" no Festival de Esquete de São Gonçalo!

Não percam!

Foto: Dona Mariana Fotografia 

8 de setembro de 2014

De malas prontas!

Amanhã bem cedinho a Cia Plúmbea partirá para Cabo Frio para apresentar o esquete Rayuela no Fesq Cabo Frio!

As cenas serão apresentadas a partir das 20h, no Teatro Municipal de Cabo Frio. Somos a 2ª apresentação da noite!

Nos vemos lá!


1 de setembro de 2014

Um homem muito abrangente

"Um homem tão abrangente que ocupasse o mundo inteiro, menos o espaço do seu corpo poderia sair-se muito bem como assistente de um mau lançador de facas."

- Milton Machado


25 de agosto de 2014

Rayuela no Festival de Esquetes de Cabo Frio!

Com muita alegria comunicamos que o esquete Rayuela foi selecionado para participar da 12º edição do Festival de Esquetes de Cabo Frio (Fesq). Nosso trabalho será a 2ª apresentação do dia 09 de setembro!

Até lá!


18 de agosto de 2014

Menção Honrosa para Rayuela

É com muita alegria que informamos, que a pesquisa apresentada sobre a montagem do espetáculo Rayuela na 13ª Jornada Científica da Unirio recebeu menção honrosa na área de teatro.

O título da pesquisa é Rayuela: um jogo cênico a partir da literatura de Julio Cortázar e foram apresentados alguns conceitos que estiveram presente durante os ensaios, buscando um diálogo entre corpo e palavra, texto e imagem.

Esse é mais um reconhecimento que conquistamos!


4 de agosto de 2014

Inspirações...

  "Você olha para o fogo. Ele parece o mesmo, mas, na verdade, está sempre mudando.

Então, quando falamos das leis do teatro, temos que dizer que as razões para que o fogo seja fogo são sempre as mesmas, só que o fogo muda sempre. O teatro exige uma atenção ininterrupta ao movimento constante. Demanda uma atenção constante à teoria e à prática.

Não basta ser apenas diretor ou pedagogo, e olha que isso não é pouco. Ser uma pessoa da escola russa significa ser um pesquisador. Quem vem da escola russa não se torna apenas diretor ou pedagogo, mas também teórico e pesquisador, pois todo o seu legado existe para que isso aconteça. Alguém tinha que fazer isso, e eu fiz. Tornei-me uma pessoa solitária.

Não havia tantos como eu. Não falo em termos de qualidade, mas, simplesmente, da coisa como um todo.

(...)

Existe sempre um ‘centro’ e uma ‘margem’ no teatro europeu, e é por isso que as pessoas começaram a se interessar mais pelo teatro alternativo do que pelo teatro público, pelo teatro apresentado nos palcos oficiais. Começaram a dividir as coisas. Mas hoje eu acredito que somente o palco público pode ser – deve ser – um palco de estúdio [i]. Quero me ver tendo relações hostis com essa abominável multidão de pessoas chamada ‘plateia’. Não acho que eu esteja ali para ela. Ela é que está lá para mim. Funciona assim porque um ato de arte é uma espécie de ato de ataque moral e estético. Nunca pensei de outra forma e nunca vou pensar. O melhor lugar é um anfiteatro. Este é o lugar para onde a obra de um artista deve se dirigir."

Anatoli Vassiliev conversando com Maria Shevtsova. 

A entrevista completa pode ser conferida na revista Performatus.