Pesquisando estímulos para novos trabalhos como diretora...
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17 de novembro de 2025
Djanira
11 de outubro de 2025
Peça-Coração
4 de agosto de 2025
Inspirações...
"Meu teatro dá a mesma importância para o áudio, o texto, as coisas que ouvimos e vemos. O problema que sempre achamos no teatro e que eu tenho…é que não conseguimos na realidade ouvir algo, porque somos visualmente distraídos. E não podemos realmente ver algo, porque somos distraídos pelo som. Então, feche os olhos. Falando em geral, se nós fechamos os olhos, nós ouvimos melhor, porque estamos concentrados no som, não estamos distraídos pelas pessoas, por alguém segurando a câmera, fazendo esse pequeno movimento. Então, se eu quero ver algo melhor, por exemplo, se eu estou vendo televisão, eu desligo o som. Eu começo a ver as notícias, coisas que eles estão fazendo que normalmente eu não olharia ou não pensaria, quando estou ouvindo as notícias. O desafio como um realizador de teatro é: posso criar algo no palco que me ajude a ouvir melhor quando eu ligo o som? Ou algo que me ajude a ver melhor? Ou posso criar algo que, o que eu diga, me ajude a ouvir melhor? É uma construção. Uma construção consciente."
Robert Wilson
1941 - 2025
19 de julho de 2025
A pele costura o tempo na Mostra de Teatro de Petrópolis
Notícia boa! Estaremos de volta aos palcos em Agosto com o espetáculo "A pele costura o tempo", na Mostra de Teatro de Petrópolis, um desdobramento da cena curta "Mulheres de Barro e Tempestade".
A programação está linda!Dramaturgia: Ronaldo Ventura
Direção e atuação : Ana Cecilia Reis
Figurino e adereços: Dafne Souza
Iluminação: Carlos Geléia
Grupo: Plúmbea Teatro
Apresentação: 13 de agosto de 2025 - 19h30 - Quarta-feira
Centro de Cultura Raul de Leoni
Sinopse: Entre memórias, ancestralidades e ciclos femininos, uma mulher costura com palavras e gestos as muitas formas de ser e sentir. Guiada pela força das Yabás - Oxum, Ewa, Iansã, Obá, Iemanjá e Nanã - ela atravessa paisagens internas feitas de infância, vínculos e heranças de mulheres. O espetáculo é um rito poético de reconexão com a natureza e a liberdade.
10 de junho de 2025
Imagens da apresentação de "Mulheres de Barro e Tempestade" no Fetepe - Festa Teatro Petrópolis
“O que em mim sente está pensando
O que em mim pensa está sentindo
Sou uma pedra que se move.
Quando falo e escuto e vejo
É só de dentro da minha gravidade.
Que subo ao cume das coisas
O mundo não é real nem irreal
É o que é:
É isso o mistério.”
16 de maio de 2025
Mulheres de Barro e Tempestade - estreia!
Amanhã estaremos no @festateatropetropolis, apresentando uma cena inédita!
29 de abril de 2025
Estudos...
O ritmo provoca uma espera, suscita um desejar. Se é interrompido, temos um choque. Algo se rompe. Se continua, esperamos alguma coisa que não sabemos nomear. O ritmo provoca em nós um estado de ânimo que só se acalmará quando sobrevier “alguma coisa”. Ele nos deixa em atitude de espera. Sentimos que o ritmo é um ir em direção a algo, mas não sabemos o que vem a ser esse algo. Todo ritmo é sentido de algo. Então, o ritmo não é exclusivamente uma medida vazia de conteúdo, mas uma direção, um sentido. O ritmo não é medida, é tempo original. A medida não é empo, é maneira de calculá-lo. (...) Calendários e relógios são maneiras de cadenciar nossos passos. Essa apresentação implica redução ou abstração do tempo original: o relógio apresenta o tempo, e para apresenta-lo divide-o em porções iguais e carentes de sentido. (...) O tempo não está fora de nós, nem é algo que passa diante dos nossos olhos como os ponteiros do elogio: nós somos o tempo, não são os anos que passam, somos nós que passamos.
29 de setembro de 2024
Estreia: O Sequestro da Rainha Justa
Dia 04 de outubro, às 15h, estreia no Centro de Cultura a contação de história "O Sequestro da Rainha Justa". Gratuito! Só chegar.
O projeto foi contemplado no Edital de Produções Culturais (Chamada Pública 04/2023), realizado pela Prefeitura de Petrópolis, por meio do Instituto Municipal de Cultura, com recursos do Governo Federal através da Lei Complementar nº 195/2022 - Lei Paulo Gustavo.
27 de setembro de 2024
Figurino pronto! Estreia a caminho...
A jornada criativa do Atelier Dafne Souza por trás do figurino de "O Sequestro da Rainha Justa" foi incrível, um processo complexo, mas extremamente satisfatório!
1 de agosto de 2024
Oficina de Voz e Movimento com Ana Cecilia Reis
Abriram as inscrições!
18 de junho de 2024
Inspirações...
A dança de Merce Cunningham também é inspiradora. Com o passar dos anos, a fidelidade de Merce Cunningham ao princípio do trabalho nunca vacilou. A sua técnica de dança, por si, não é algo fixo. Trata-se de uma série contínua de descobertas daquilo que o corpo humano é capaz de fazer, quando se move no espaço e através dele. Algumas vezes ele se mostra como alguém que tem um apetite insaciável para a dança; outras vezes, parece ser o escravo da dança.
John Cage, no texto O futuro da música, 1974.
12 de junho de 2024
Estreia: Ausência
Lançaremos, nesta sexta-feira, dia 14 de junho, às 19h em nosso canal do Youtube, o curta-metragem Ausência
17 de março de 2024
Estudos...
Antonin Artaud em O Teatro e seu Duplo.
7 de fevereiro de 2024
Oficina de Voz e Movimento + A Arte de Enterrar seus Mortos
Outra novidade sobre a agenda desse ano! Em agosto realizaremos uma oficina de voz e movimento e a apresentação do espetáculo "A Arte de Enterrar seus Mortos", em parceria com o Instituto Técnico do Brasil (ITB Petrópolis), gratuitamente.
21 de janeiro de 2024
Ausência - Curta metragem selecionado - LPG 2023
Começamos o ano com boas notícias!
E a primeira delas é a seleção do curta-metragem "Ausência", para ser produzido através da Lei Paulo Gustavo do município de Petrópolis-RJ.
Além de atuação de Ana Cecilia Reis , o curta será dirigido e roteirizado por Raphael Janeiro e Henrique Très
Novidades em breve!
😉
7 de novembro de 2023
Estudos
Luis Otávio Burnier, no livro A Arte de Ator: da técnica à representação.
17 de setembro de 2023
Estudos...
A arte do teatro não pode ser julgada pelo modo como o ator recria ou reproduz a vida cotidiana em cena, ainda que o faça da forma mais próxima possível. Um ator usa suas palavras e seus gestos para tentar convencer seu público sobre algo que é profundamente verdade: essa sim é a tentativa que deve ser julgada. Nestes termos, a maior parte dos atores japoneses, ainda que tenha os braços e as pernas curtas e grossas, seria capaz de interpretar os dramas ocidentais. Mas um ator, seja ele japonês ou ocidental, mesmo tendo braços e pernas compridas, pareceria ridículo se não fosse capaz de projetar sobre o público um senso de verdade profunda. Neste caso, a nacionalidade do ator não teria importância. Desde que o teatro moderno teve início no Japão, o uso artístico dos pés deixou de ser desenvolvido: isso é triste, porque o realismo teatral poderia inspirar uma infinidade de estilos de caminhada. Mas a partir do momento em que se aceita, de comum acordo, que o realismo é um modo de descrever genericamente a realidade, a arte de caminhar foi mais ou menos reduzida a formas simples do movimento naturalista. Mas, na cena, cada movimento é uma ficção definida. Porque no realismo você tem mais possibilidades de movimento do que no teatro Nô ou Kabuki. Essas várias possibilidades de caminhar poderiam existir de modo artístico. Então eu acho que o teatro moderno é muito chato de ver, porque ele não tem pés.
Tadashi Suzuki
15 de agosto de 2023
Lea Garcia
Ser atriz é minha vida, é mais do que prazer. É vital. E minha força de trabalho não se limita somente a representar, pois tenho de estar constantemente envolvida com a cultura. Assim me sinto viva. Adoro dirigir teatro, fazer adaptações de contos para cinema, especialmente de contos de autores negros para que nós, negros, tenhamos maior visibilidade, possamos contar a nossa história sem estereótipos, pois somente através da visão do negro teremos um panorama real do que é ser negro numa sociedade onde o racismo é tão presente. E só poderemos compreender de fato e realmente nossa história quando ela for contada por nós, os negros.
14 de abril de 2023
Inspirações...
O público é rei. Quando ele volta para casa é ele quem vai decidir se valeu ou não a pena pagar para vir aqui. Ele deve poder dizer a si mesmo: “Vocês me alimentaram, me deram forças, vocês fazem com que eu volte para a cidade um pouco melhor, um pouco mais consciente, um pouco mais generoso, um pouco mais forte”. E também, a emoção dos espectadores, a maneira como eles vêm nos confiar o que sentiram... Eles renovam nossas forças. Eles nos nutrem em todos os sentidos do termo, materialmente em primeiro lugar. O fato de as pessoas pegarem o ônibus, o metrô, gastarem 135 francos, virem até aqui, em vez de ficar em casa na frente da televisão é um fenômeno extremamente importante. Por seu testemunho e seu reconhecimento, elas nos justificam, elas nos elegem novamente, quero dizer: elas exprimem seu acordo para que nós as representemos de novo.
16 de março de 2023
Estudos
Nosso teatro é uma casa dividida.












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