Florbela Espanca foi uma poeta. Portuguesa. Singular. E suicida. Deixou para trás alguns livros inacabados, alguns amores destruídos, e um diário enigmático de seu último ano de vida. O espetáculo Diário do Último Ato não busca defini-la, pois essa é uma tarefa que nem ela foi capaz de cumprir, mas antes de tudo, revelá-la, em um encontro íntimo, tendo o público como sua testemunha.

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