Os diálogos entre os estudos do movimento e a escultura são constantes. Alguns escultores e escultoras são profundos estudiosos da anatomia humana para compor suas obras, assim como dançarinos, dançarinas, atores e atrizes utilizam a escultura como o objeto de inspiração na composição de seus espetáculos. Podemos citar, dentre as mais marcantes, a dança revolucionária de Loïe Fuller intitulada “La Danse Serpentine” que inspirou a homenagem dos escultores Raoul Larche, Théodore Louis-Auguste Rivière e Pierre Roche, esculpindo nas pedras o movimento dos tecidos coreografados pela dançarina.
Ou a precursora da dança moderna, Isadora Duncan, que inspirou Antoine Bourdelle e Auguste Rodin a criarem trabalhos a partir de seus movimentos.
O novo projeto teórico-prático da Cia Plúmbea irá investigar o deslocamento do estudo da escultura para o corpo no espaço cênico.
Em breve, mais novidades.
Até já!




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